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terça-feira, maio 24, 2011

Vários Tipos de Medo

Quem nunca sentiu medo em algum momento de sua vida? Medo da morte, medo do perigo, medo de atravessar a rua, medo de falar o que pensa, medo de ser feliz. Isso quando o medo não vem associado a inúmeras fobias que acabamos criando por inúmeras situações. Medo do que? Do que eu tenho medo? Tenho medo do amanhã, tenho medo do desconhecido, tenho medo do medo? O medo está dentro de cada um de nós, nós mesmos criamos os nossos próprios medos e ficamos com medo do medo. Quem nunca ficou um mês, uma semana ou até mesmo um único dia com medo do que iria acontecer, uma entrevista de emprego, uma conversa séria com o namorado, ou conta que não sabia da onde tirar o dinheiro e etc..., e quando chega o dia que estamos com medo parece que o medo se enconde ou vai embora. Quando vc sonha, imediatamente associa ao medo de que esse sonho não vai ser realizado, medo de que não vai se concretizar tudo que você imaginou pra si. Os sentimentos têm a finalidade de nos auxiliar a classificar, conhecer, perceber as coisas do mundo real. Por exemplo, algumas imagens, cenas e situações (como a chegada de pessoas queridas, ou o reencontro com um importante objeto perdido) despertam o sentimento denominado alegria, indicando-nos assim que algo bom e prazeroso está se passando. Os sentimentos muitas vezes caminham de uma imagem para outra, de uma cena, situação (ou representação) para outra que não deveria obrigatoriamente comportar esta qualidade. Se o medo freqüentemente aparece 
adequado à situação a qual ele se adere. Mesmo diante de tantos medos existentes o medo maior, o medo que mais tira o sono de qualquer mortal é o medo de conseguir ser feliz. Ser feliz parece proibido para as pessoas de baixa auto-estima. A felicidade parece incomodar, gerar ansiedade e desconforto. Parece evocar ecos do passado que dizem “não mereço ser feliz”. Muitas vezes ocorrem culpa e sensação de inferioridade. Diante da eminência do sucesso é como se a pessoa se sentisse um impostor, passível de ser descoberto a qualquer momento. A falta de coragem de assumir a felicidade faz com que, ao invés de questionar essas vozes destrutivas num diálogo interno, acreditem piamente nela e a obedeçam. Ser feliz parece proibido para as pessoas de baixa auto-estima. A felicidade parece incomodar, gerar ansiedade e desconforto. Parece evocar ecos do passado que dizem “não mereço ser feliz”. Muitas vezes ocorrem culpa e sensação de inferioridade. Diante da eminência do sucesso é como se a pessoa se sentisse um impostor, passível de ser descoberto a qualquer momento. A falta de coragem de assumir a felicidade faz com que, ao invés de questionar essas vozes destrutivas num diálogo interno, acreditem piamente nela e a obedeçam. O medo da felicidade não é conseqüência da incompetência, mas da má avaliação da própria competência. Como se, apesar de desejarem seus objetivos, tivessem uma sensação íntima de incapacidade. Muitas pessoas tem medo da felicidade, para elas, estar de bem com a vida significa mudar de comportamento, pois mudar de hábito seria perder sua própria identidade, e por isso muita das vezes nos julgamos indignos das coisas boas que acontecem conosco. Não aceitamos pois aceita-las nos dar a sensação de estar-mos devendo alguma coisa a Deus. Temos medo de nos acostumar-mos com a felicidade. Pensamos: e melhor não provar da ( taça doce da vida ) que tanta alegria e felicidade nos traz. Porque quando esta nos falta, iremos sofrer muito. E por medo de chorar deixamos de sorrir, por medo de diminuir, deixamos de crescer, por medo de ser feliz, deixamos de amar, continuando sem saber o que é ser feliz. E pior: correndo o serio risco de nos acostumar-mos com o triste sabor da 'taça amarga da vida'. 
ჱܓCinthya Albuquerque

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